A diretoria do Fortaleza vai entrar com um pedido junto aos órgãos competentes para assegurar o mínimo de 10% da carga de ingressos para seus torcedores no primeiro Clássico Rei do ano, contra o Ceará, que acontece no próximo domingo (12). Quem informou foi o diretor de futebol do clube, Jorge Mota, em contato com o Jangadeiro Online nesta segunda-feira (6).
“Nunca abrimos mão dos ingressos para a nossa torcida”, declarou o dirigente. Ele fez a afirmação justificando que a presença no estádio é um direto do torcedor “assegurado pelo seu estatuto”, se referinfo ao Estatuto do Torcedor. O componente da diretoria ressaltou que cerca de 200 pessoas o procuraram para protestar contra o fato de não poderem assistir o jogo no estádio Presidente Vargas (PV).
O diretor tricolor foi enfático ao revelar que a decisão de fazer o clássico com a presença exclusiva da torcida do time mandante não foi consensual. “Não houve acordo nenhum com o Fortaleza”, garantiu.
“As torcidas organizadas e várias outras pessoas irão tomar providências a partir de amanhã (terça-feira, 7)”. disse. Depois que essa reclamação for formalizada, Jorge Mota informou que a diretoria vai também procurar o Ministério Público Estadual (MPE) e Federação Cearense de Estadual (FCF). “Vamos peticionar as entidades e órgãos responsáveis”, confirmou.
Jogo de volta no Pici
As polêmicas em torno do clássico entre Fortaleza e Ceará podem aumentar. Como mandante do segundo jogo no Campeonato Cearense, a diretoria tricolor quer fazer o jogo nos próprios domínios. Ou seja, no dia 25 de março, pretende enfrentar o maior adversário no estádio Alcides Santos, no Pici.
“Nossa capacidade é para receber 7 mil pessoas”, garantiu Mota, que disse que as providências estão sendo tomadas. “Todos os pedidos feitos pelo MP, Bombeiros e Polícia estão sendo atendidos”, afirmou. De acordo com o dirigente, o próximo passo será a vistoria e, por último, o pedido de liberação do Alcides Santos.








