Jangadeiro 20 anos
 
 
 

Copa 2014

 
28 jul

Propostas financeiras para reforma do Castelão são abertas

 

Os envelopes com as propostas financeiras para a reforma, ampliação, adequação e operação e manutenção do Estádio Plácido Aderaldo Castelo – Castelão foram abertas nesta terça-feira (27), na sede da Central de Licitações  do Estado. O menor preço foi apresentado pelo Consórcio Arena Multiuso Castelão, cuja contraprestação mensal é de R$ 407 mil.

As propostas de preço foram encaminhadas às Secretarias de Esporte (Sesporte) e de Infraestrutura (Seinfra) para análise e aprovação. Após a divulgação do resultado, as empresas concorrentes terão o prazo de cinco dias úteis para recorrerem.

A diferença entre o menor e o maior valor das propostas apresentadas chegou a R$ 2,4 milhões.

Confira:

Empresas/Consórcio Contraprestação mensal
Consórcio Arena Multiuso Castelão R$ 407.000,00
Consórcio Marquise/ EIT/ CVS R$ 489.344,50
Consórcio Novo Castelão R$ 1.737.034,78
Odebretch Serviços de Engenharia e Construção S/A R$ 2.850.416,67

Com informações do Governo do Estado

 
 
25 jul

São Paulo é a única das cidades-sede da Copa impedida de contrair dívidas; Fortaleza está liberada

 

A medida provisória que ampliou o limite de endividamento das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, assinada na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será insuficiente para ajudar São Paulo. O município é o único que não pode contrair dívidas porque estoura os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Com endividamento negativo, Porto Alegre está na situação mais confortável entre as cidades-sede de jogos da Copa.

De acordo com os últimos números disponíveis, de dezembro do ano passado, a dívida líquida da prefeitura de São Paulo correspondia a mais que o dobro das receitas correntes líquidas (RCL). O endividamento da cidade somava R$ 45,5 bilhões, contra receitas líquidas de R$ 21,9 bilhões. A relação é de 207,9%.

Pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a dívida corrente líquida dos municípios não pode ultrapassar 120% da RCL. Em 2001, o Senado estabeleceu um calendário de transição para que o endividamento volte aos níveis previstos na lei até 2016. No caso de São Paulo, os limites de transição deveriam estar em 154,06% no ano passado e em 149,19% neste ano, menos que o registrado no fim de 2009.

Para ter acesso a linhas de crédito para fazer as obras para a Copa do Mundo, a prefeitura de São Paulo precisará ter a ajuda do governo do estado. Pelos dados do Tesouro Nacional, o governo do estado de São Paulo pode ampliar a dívida em até R$ 45,5 bilhões sem ultrapassar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Com a medida provisória assinada na semana passada, os municípios que refinanciaram os débitos com a União no fim dos anos 90 tiveram o limite de endividamento reajustado para 120% das receitas líquidas, o mesmo da Lei de Responsabilidade Fiscal. Por causa da renegociação, essas prefeituras estavam submetidas a um limite ainda menor: de 100% da receita líquida real.

Fortaleza está liberada
Das cidades-sede, Curitiba, Fortaleza, Manaus e Porto Alegre não tinham participado da renegociação e, portanto, já podiam se endividar até o limite de 120% da RCL. De todas as cidades que abrigarão as partidas do Mundial de 2014, a capital gaúcha está em situação mais confortável para promover obras. O município é o único que deve menos do que tem a receber.

Segundo dados de abril deste ano, o endividamento da prefeitura de Porto Alegre está negativo em 1,96% da RCL. Além da capital gaúcha, os menores níveis são registrados no Rio de Janeiro, com endividamento positivo de 4,72%, e Curitiba, cuja dívida líquida soma 5,75%.

As cidades com maior endividamento, além de São Paulo, são Salvador (65,40%) e Cuiabá (48,85%). Por ser uma Unidade da Federação, o Distrito Federal segue as regras dos estados e pode se endividar em até 200% das receitas correntes líquidas. Conforme os números mais recentes, fornecidos em dezembro, a dívida líquida do DF era de 17,33%.

As informações são da Agência Brasil

 
 
23 jul

Muricy Ramalho é novo técnico da Seleção

 

Muricy estava no Fluminense e tem passagens também pelo São Paulo, onde foi tricampeão

A Seleção Brasileira já tem um novo técnico. Trata-se de Muricy Ramalho, que está reunido com Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Itanhangá Golf Club, na Barra da Tijuca. Ele vai assumir o comando da Seleção no lugar de Dunga, demitido após a eliminação na Copa do Mundo da África do Sul.

Desde a saída de Dunga havia a expectativa de quem seria o novo técnico. Conforme prometera, a CBF divulgou quem terá a missão de comandar a Seleção nesta sexta-feira.

Muricy assume com a missão de renovar a Seleção Brasileira, ideal defendido por Teixeira, e a responsabilidade de comandar o Brasil na Copa do Mundo de 2014.

Felipão e de Mano Menezes chegaram a ser favoritos para o cargo, mas Muricy despontou na reta final e assume a Seleção.

O maior entrave para o acordo entre a CBF e o técnico era seu contrato com o Fluminense – líder do Campeonato Brasileiro – até o fim do ano.

Inclusive, Muricy afirmou na vitória sobre o Cruzeiro, nesta quinta-feira, que deu ao time carioca a liderança da competição, que não havia recebido nenhum contato de Ricardo Teixeira. Algo que parece ter sido resolvido.

Muricy Ramalho tem 54 anos e foi eleito o melhor técnico do Campeonato Brasileiro entre as edições de 2005 e 2008, tendo sido campeão em 2006, 2007 e 2008, pelo São Paulo.

Lancepress!

 
 
18 jul

As 10 maiores promessas para a Copa de 2014

 

Neymar é a aposta brasileira

O jornal britânico Daily Mail elaborou uma lista de dez possíveis craques do próximo Mundial. Confira abaixo o Top 10:

1º. Nassim Ben Khalifa (Suíça 18 anos)
2º. Borja Gonzalez (Espanha, 17 anos)
3º. Sebastien Gallegos (Uruguai, 18 anos)
4º. Connor Wickham (Inglaterra, 17 anos)
5º. Neymar (Brasil, 18 anos)
6º. Sani Emmanuel (Nigéria, 17 anos)
7º. Alan Dzagoev (Rússia, 20 anos)
8º. Yaya Sanogo (França, 17 anos)
9º. Romelu Lukaku (Bélgica, 17 anos)
10º. Eduardo Salvio (Argentina, 20 anos)

Lista10.org

 
 
14 jul

Infraero garante que aeroportos estarão prontos para Copa e Olimpíadas

 

Obras nos aeroportos brasileiros foi tema de debate na Comissão de Viação e Transportes (Foto: Brizza Cavalcante)

Representantes da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) garantiram, nesta quarta-feira, que os aeroportos brasileiros estarão prontos para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Segundo o diretor-financeiro da empresa, Mauro Roberto de Lima, serão investidos R$ 6,5 bilhões na reforma de aeroportos. “As obras estarão prontas a tempo e atenderemos toda a demanda de passageiros. Temos um planejamento para isso”, disse, durante audiência pública da Comissão de Viação e Transportes.

Conforme a Infraero, apenas durante a Copa de 2014, a expectativa é que mais 2,7 milhões de pessoas circulem nos 16 aeroportos próximos às cidades-sede.

Principais problemas
As informações da Infraero, no entanto, não tranquilizaram o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP). Segundo ele, os investimentos já chegam atrasados: “Desde o apagão aéreo, o governo não foi capaz de planejar o desenvolvimento da infraestrutura dos aeroportos, a fim de atender um público crescente”.

O superintendente de projetos da Infraero, Jonas Lopes, explicou que os principais gargalos estão nos terminais de passageiros. Até a conclusão das obras, a empresa instalará salas de embarque provisórias, com o uso de módulos operacionais.

Mauro Roberto, por sua vez, rebateu críticas publicadas pela imprensa de que esses módulos seriam “puxadinhos”, sem estrutura suficiente para os usuários. Segundo o diretor-financeiro da Infraero, os módulos possuem o conforto e o mobiliário de uma sala de embarque permanente. “Eles são utilizados em todo o mundo como solução barata para aguardar a conclusão de obras de ampliação”, ressaltou.

Ao final do debate, o representante do Tribunal de Contas da União (TCU), Eduardo Machado Filho, disse que não há, no órgão, pendências que impeçam o andamento das obras nos aeroportos brasileiros.

Com informações da Agência Câmara

 
 
14 jul

Liminar que determinava alteração de licitação do Castelão é suspensa

 

A liminar que determinava a alteração da pontuação em um dos consórcios candidatos à licitação de reforma, adequação e modernização do Castelão foi suspensa. De acordo com o procurador-geral do Estado José Leite Jucá Filho, a decisão desta terça-feria (14) é do Tribunal Regional Federal (TRF-5ª Região), que suspendeu a revisão da nota técnica da Marquise/EIT/CVS.

Saiba mais:
Em votação apertada, TCE libera licitação para reforma do Castelão
Justiça suspende habilitação de consórcio por não cumprir edital para reforma do Castelão

Reforma do Castelão: Central de licitações divulga resultado da habilitação

Maquete do novo Castelão. Imagem: Divulgação

O estádio receberá investimentos para reestruturação, através de Parceria Público Privada (PPP), na ordem de R$ 452 milhões. Estão previstas a ampliação da capacidade de público de 59 para 66.700 mil lugares, bem como a modernização e ampliação da estrutura do estádio para o atendimento às exigências da FIFA.

A reforma será iniciada pela parte externa, possibilitando a realização dos jogos dos campeonatos cearense e brasileiro durante este ano. Em 2011, o estádio será fechado para conclusão das obras, que estão previstas para dezembro de 2012.

Consórcios participantes da licitação:
Arena Multiuso Castelão (Galvão Engenharia S/A, Serveng Civilsan S/A e BWA Tecnologia de Informação LTDA);
Marquise-EIT-CVS (Construtora Marquise S/A, EIT Empresa Industrial Técnica S/A e CVS Construtora S/A);
Novo Castelão (Carioca Christiani Nielsen Engenharia S/A, Somague Engenharia S/A, Construtora Queiroz Galvão S/A e Fujita Engenharia LTDA);
Odebrecht Serviços de Engenharia e Construção S/A.

Com informações do Governo do Estado

 
 
13 jul

2010-2014: De uma festa para outra

 

O som das vuvuzelas ainda está no ar, e a África do Sul continua respirando o clima de união e celebração trazido pela Copa do Mundo e que tende a deixar sua marca para sempre na história do país. Mas, ao mesmo tempo, na esteira da saudade que o Mundial de 2010 começa a deixar, do outro lado do Oceano Atlântico começa a se solidificar uma alegria. Uma alegria em muitos aspectos semelhante a que se viveu em solo sul-africano.

Getty Images

Será que há, de fato, tanta diferença entre a África e o Brasil?”, perguntou-se o Presidente da FIFA, Joseph S. Blatter, durante o lançamento do Emblema Oficial da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, em Johanesburgo, comemorando a passagem do bastão de uma terra de alegria e calor humano direto para outra. “Uma batida diferente dos tambores, talvez? Mas a essência é a mesma: de alegria.”

O presidente do Comitê Organizador do Brasil 2014, Ricardo Teixeira, também já mostra sua felicidade pela transição que vai levar a Copa do Mundo de sua primeira experiência africana para um retorno àquele que, se não é seu país de origem, é certamente aquele onde o jogo mais se tornou uma paixão. “É interessante perceber como o mundo ficou mais ‘africanizado’ depois deste Mundial; como cada um de nós volta a seu país um pouco mais africano”, disse Teixeira ao elogiar a organização da África do Sul 2010 e o espírito de confraternização que encontrou no país. “Agora é a hora de o mundo se preparar para ficar um pouco mais brasileiro. Uma equipe de 190 milhões de brasileiros vai transformar a Copa na maior festa do mundo. Uma festa cheia de alegria, música e organização.”

Especificamente no quesito organização, Ricardo Teixeira demonstra a intenção aberta aprender com os erros e acertos para seguir levando a Copa do Mundo a um patamar cada vez mais alto. “Pelo que acompanho como membro do Comitê Executivo da FIFA e do Comitê Organizador das últimas edições da Copa do Mundo, a FIFA está sempre revendo seus conceitos e operações. Claro que procurou-se mudar qualquer coisa que não tenha acontecido da melhor forma na Coreia do Sul e no Japão em 2002 antes da Alemanha 2006. O mesmo valeu da Alemanha para a África do Sul. E, certamente, aprenderemos com tudo aquilo que foi um sucesso aqui e também teremos coisas para corrigir para 2014”, explicou o Membro do Comitê Executivo da FIFA. “Devemos utilizar todos os ensinamentos que possamos tirar daqui, os positivos e os negativos, para não repetirmos erros e mantermos tudo aquilo que estiver bem.”

Parreira

Técnico campeão do mundo com a Seleção em 1994 e responsável por comandar os Bafana Bafana em 2010, Carlos Alberto Parreira relembrou o ambiente de desconfiança com relação à capacidade da África do Sul de organizar a Copa do Mundo durante sua primeira passagem pelo comando da África do Sul, em 2007, e reiterou sua satisfação com os resultados obtidos – os mesmos que espera ver espelhados no Brasil. “Depois de anos de trabalho que eu acompanhei de perto, a estrutura, o planejamento, o apoio do governo e a agilidade nas decisões fizeram com que a Copa na África do Sul fosse um sucesso. Temos que nos aconselhar, juntar gente com experiência e reforçar a nossa unidade, o que vai ser fundamental para um país de dimensões continentais como o nosso”, salientou o treinador, que conheceu o país o suficiente para enxergar as transformações que vão alem do futebol. “A cara da África do Sul diante do mundo mudou. As cidades melhoraram, e um legado foi deixado. Esperamos que ocorra o mesmo no Brasil.

Durante a final de domingo em que a Espanha se sagrou campeã no Soccer City, já era possível ver de forma palpável a ponte direta traçada entre África do Sul e Brasil. Entre bandeiras holandesas e espanholas, destacavam-se, por um lado, uma infinidade de camisas amarelas dos Bafana Bafana e cartazes de agradecimento por tudo o que a Copa significou para a nação. Do outro, um bocado de outros cartazes e camisas amarelas – esses saudando a chegada de 2014. A festa, inesquecível, acabou, e isso é uma pena. Mas o bom é saber que, com isso, a senha está dada para o começo de mais uma.

Fifa.com

 
 
12 jul

Charge do dia: Arriba España!

 

Visite o site de Newton Silva

 
 
11 jul

Reforma ou construção de estádios é prioridade para receber Copa do Mundo

 

O principal investimento que o país precisa fazer para receber uma Copa do Mundo é a reforma ou construção dos estádios, para que fiquem de acordo com as exigências de conforto e segurança da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

A França, por exemplo, não tinha um local com capacidade para 80 mil pessoas. O urbanista brasileiro Iuli Nascimento, que mora em Paris há 30 anos, explicou que a solução para a Copa de 98 foi construir o Estádio da França, na periferia de Paris.

“Quando a Fifa aceitou que a França organizasse a Copa do Mundo, o país teria que construir um estádio com capacidade para 80 mil pessoas, não só para a Copa, mas também para rúgbi, espetáculos, grandes manifestações”. Ele lembrou que o sistema foi feito por concessão, porque o Estado não tinha condições de financiar a operação. Uma convenção foi feita com empresas privadas para a construção do estádio.

A secretária-geral para Grandes Eventos Esportivos da França, Thérèse Salvador, explicou que foi escolhido um local de fácil acesso, a dez quilômetros de Paris. Moderno, o Estádio da França mudou a região de Saint Dennis e abriga vários eventos, além de jogos da Seleção Francesa de Futebol e outras competições esportivas, como a Copa do Mundo de Rúgbi, realizada em 2007.

O mesmo ocorre em Marselha, outra cidade francesa sede da Copa de 98 e do Mundial de Rúgbi. O líder da maioria no Conselho Municipal, Yves Moraine, lembrou que o Estádio Velódromo pertence a um dos principais times de futebol da França e também recebe outros eventos.

Na Alemanha, que recebeu a Copa em 2006, foram gastos 2 bilhões de euros (R$ 4,44 bilhões) na reforma dos estádios. O tesoureiro da Federação Alemã de Futebol, Horst Schmidt, explicou que o planejamento financeiro precisa continuar depois da Copa, para que o estádio continue sendo utilizado.

“A manutenção de um estádio depende de como se utiliza. Nós tivemos a sorte, aqui na Alemanha, de que todos os estádios são utilizados para os jogos da primeira e da segunda liga. Com isso, há uma renda regular pela qual se mantém uma instituição dessa grandeza. O pior que pode vir a acontecer em um investimento desse é construir uma grande arena que, no fim, não se utiliza para nada”.

O jornalista esportivo Thomas Kilchenstein, de Frankfurt, lembrou que além dos estádios, também foram construídas novas estradas e edifícios-garagens. Como o investimento foi muito alto, o estádio precisa ser usado de várias formas para dar retorno financeiro.

Na África do Sul, cinco estádios foram reformados e cinco construídos. O menor deles, o Royal Bafokeng, em Rustenburg, tem capacidade para 42 mil pessoas. O maior, o Soccer City, em Joanesburgo, pode receber até 95 mil pessoas.

De acordo com o Ministério do Esporte, o Brasil vai investir R$ 5,6 bilhões na reforma dos 12 estádios das cidades-sede da Copa. Desse total, R$ 3,7 bilhões virão de financiamento federal e R$ 2,1 bilhões de recursos locais ou privados.

Agência Brasil

 
 
10 jul

Felipão aceita voltar para a Seleção, mas só se a CBF negociar com o Palmeiras

 

Cotado para retornar ao comando da Seleção Brasileira, o técnico Luiz Felipe Scolari estaria disposto a aceitar a missão, desde que a CBF negociasse a liberação dele do Palmeiras. A informação está no jornal o Estado de S.Paulo deste sábado (10).

Felipão possui contrato com o clube paulista até 2012, com salário de R$ 700 mil mensais. “Terão de negociar com o Palmeiras. Não vou romper meu contrato. Se o clube me liberar, tudo bem”, teria dito Felipão a um grupo de amigos.

Antes o técnico destacava que o Palmeiras era prioridade. O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzo, declara que o ideal seria se o técnico se limitasse a trabalhar no clube, mas autorizaria “repartir” Felipão caso a CBF enviasse proposta oficial.

O alto valor pago pelo Palmeiras para Felipão (R$ 700 mil mensais) não chega a desestimular a CBF, que descarta ter um treinador conciliando funções na seleção e no clube.

A Copa de 2014 no país requer um técnico capaz de implantar amplo processo de renovação do elenco, segundo destaca o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Com informações do Estadão